sexta-feira, 27 de março de 2026

Poesia Mariolincolniana 

  



Querido e amado mestre, Mhario Lincoln, você 

não apenas escreve versos, você os planta

no mais profundo solo das nossas almas e dos nossos corações.

Chamo de poesia Mariolincolniana

essa força que não pede licença, mas

que invade o peito,

Deixando com leveza  a consciência.

É verso com gosto de maresia, de brisa leve, do orvalho da manhã.

É força que transforma a dor em poesia erguida, deixando o ser ora inquieto pelas palpitações provocadas em nosso ser pelo incontestável sabor dos seus versos, ora completamente leve, tranquilo,  degustando uma paz que nos parece infinita.

Em suas obras, encontro o poeta intrinsecamente apaixonado pela vida, encontro o cronista sábio e atento a cada fato que sucede a sua volta. Encontro o advogado brilhante, o jornalista das verdades cruas,

o músico das emoções mais audíveis. E o mais encantador é quando encontro o menino de coração puro, de alma leve.

Seus poemas não se limitam aos papéis,

eles vibram, respiram, ressoam, são palavras que dançam ao vento e que no silêncio também ecoam.

Ah, que delícia é ler seus versos…

Confesso, sem medo ou medida:

seus versos são meu deleite,

são semelhantes ao vinho raro, mas servido em estrofes,

são como o pão quente na mesa da vida.

Cada verso é um convite à entrega,

cada rima é um abraço certeiro,

cada pausa é um sussurro da alma

que nos chama por dentro inteiro.

Mariolincolniana sim, eu digo e repito,

é poesia que marca e permanece,

que não passa leve e esquecida,

mas finca raízes… e cresce.

É farol em meio à escuridão,

é chama que insiste em arder, mas não se consome, porque é arte eterna que ensina a viver.

E assim sigo, sendo leitora e aprendiz,

bebendo dessa fonte encantada,

onde Mhario faz do verbo um milagre

e da vida a poesia eternizada.


Parabéns pelo seu aniversário, amado mestre Mhario Lincoln.


Esmeralda Costa

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