Querido e amado mestre, Mhario Lincoln, você
não apenas escreve versos, você os planta
no mais profundo solo das nossas almas e dos nossos corações.
Chamo de poesia Mariolincolniana
essa força que não pede licença, mas
que invade o peito,
Deixando com leveza a consciência.
É verso com gosto de maresia, de brisa leve, do orvalho da manhã.
É força que transforma a dor em poesia erguida, deixando o ser ora inquieto pelas palpitações provocadas em nosso ser pelo incontestável sabor dos seus versos, ora completamente leve, tranquilo, degustando uma paz que nos parece infinita.
Em suas obras, encontro o poeta intrinsecamente apaixonado pela vida, encontro o cronista sábio e atento a cada fato que sucede a sua volta. Encontro o advogado brilhante, o jornalista das verdades cruas,
o músico das emoções mais audíveis. E o mais encantador é quando encontro o menino de coração puro, de alma leve.
Seus poemas não se limitam aos papéis,
eles vibram, respiram, ressoam, são palavras que dançam ao vento e que no silêncio também ecoam.
Ah, que delícia é ler seus versos…
Confesso, sem medo ou medida:
seus versos são meu deleite,
são semelhantes ao vinho raro, mas servido em estrofes,
são como o pão quente na mesa da vida.
Cada verso é um convite à entrega,
cada rima é um abraço certeiro,
cada pausa é um sussurro da alma
que nos chama por dentro inteiro.
Mariolincolniana sim, eu digo e repito,
é poesia que marca e permanece,
que não passa leve e esquecida,
mas finca raízes… e cresce.
É farol em meio à escuridão,
é chama que insiste em arder, mas não se consome, porque é arte eterna que ensina a viver.
E assim sigo, sendo leitora e aprendiz,
bebendo dessa fonte encantada,
onde Mhario faz do verbo um milagre
e da vida a poesia eternizada.
Parabéns pelo seu aniversário, amado mestre Mhario Lincoln.
Esmeralda Costa

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